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DESACELERAÇÃO NO PREÇO DOS IMÓVEIS

 

O índice FipeZap, que calcula o valor médio do metro quadrado anunciado em 16 cidades brasileiras, registrou queda no valor real dos imóveis no primeiros seis meses deste ano. O incide ampliado ficou abaixo dos 3,68% da inflação esperados para o período.

As maiores quedas ocorreram em Curitiba, Brasília e Porto Alegre, onde houve recuo do valor nominal. Nesses locais, os proprietários diminuíram os preços pedidos pelos imóveis que colocaram à venda.

Na variação mensal de compra e venda, o Rio sofreu desaceleração, passando de 0,67%, em maio, para 0,37%, em junho — a menor variação desde março de 2008. Já nos acumulados, está acima da média nacional, registrando 5,13% (no ano) e 12,52% (em 12 meses). O mesmo comportamento de recuo é observado nos preços de aluguel.

O FipeZap só realiza este estudo nas capitais de Rio e São Paulo — onde, em junho, foi registrada a terceira desaceleração consecutiva: de 1,3% em março para 1% em abril, 0,82% em maio e 0,43% em junho. Já São Paulo passou de 0,2%, mesmo valor registrado em abril, para 0,16% no último mês. A locação também é um sinal de que o preço em geral de moradia no Rio está mais modesto, num ritmo menor que o passado recente de maior aquecimento.

Também tiveram alta acima da média nacional no acumulado do ano Recife, São Caetano do Sul, São Paulo, Florianópolis, Fortaleza, Vitória e Curitiba. Já Brasília, Porto Alegre, Belo Horizonte, São Bernardo do Campo, Niterói, Santo André, Salvador e Vila Velha foram as cidades cuja taxa foi abaixo da média nacional no acumulado do ano.

A capital fluminense continua com a metragem mais cara do país, com uma média de R$ 10.648 o metro quadrado. A média nacional é de R$ 7.531, sendo que as demais cidades variam entre R$ 7.403, em Niterói, e R$ 3.934, em Vila Velha, o valor anunciado do metro quadrado. No Rio, Leblon, Ipanema e Lagoa são os locais com a metragem mais caras do município, de R$ 22.483, R$ 20.263 e R$ 17.579, respectivamente.

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