UNIFICAÇÃO DE CERTIDÕES DE IMÓVEIS

10, outubro, 2014

 

Foi publicado, dia 8 deste mês, a Medida Provisória nº 656 que, entre outros pontos, prevê a concentração de todas as informações na matrícula do imóvel — o que deve simplificar a compra de imóveis e aumentar a segurança jurídica. Com isso, a nova regra passa a valer dentro de 30 dias para novos registros. Já os contratos antigos podem ser ajustados ao termos da medida em até dois anos.

Certidao de imoveis

 

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Legislação

FINANCIAMENTO IMOBILIÁRIO – ENTENDA OS CUSTOS ANTES DE FECHAR NEGÓCIO

1, outubro, 2014

 

Fique atento! Antes de fechar um financiamento para a compra de um imóvel, pesquise em diversos bancos as taxas e todos os custos quem envolvem o empréstimo e veja, realmente, qual oferece o melhor negócio.

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O financiamento imobiliário pode variar muito de um banco para outro. Um estudo da associação de consumidores Proteste detectou que uma diferença inferior a um ponto percentual no juro pode elevar a parcela em mais de 10%. Para um financiamento de imóvel de R$ 150 mil, por exemplo, ao final de 30 anos a conta pode ficar R$ 47 mil mais cara.

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Financiamento

DESACELERAÇÃO DOS PREÇOS DOS IMÓVEIS NO PAÍS PELO OITAVO MÊS SEGUIDO

5, agosto, 2014

Os preços dos imóveis no país até subiram: 10,4% nos últimos 12 meses, registrou o Índice FipeZap, que calcula o valor médio do metro quadrado anunciado em 16 cidades brasileiras. A variação, no entanto, representa a oitava desaceleração consecutiva na comparação mensal de acumulados de 12 meses. Em junho, a alta tinha sido de 10,9%.

No mês, o índice se manteve praticamente estável, com alta de 0,6%, após variação de 0,5% em junho, e 0,49%, em maio. Nos sete primeiros meses do ano, a alta acumulada é de 4,11%, pouco acima dos 3,9% da variação esperada para a inflação — caso o IPCA de julho fique em 0,14%, como esperado pelo Boletim Focus do Banco Central. Já no Rio, houve ligeira alta em julho: 0,48%, contra os 0,37% de junho, o menor registrado desde março de 2008. No acumulado do ano, a alta foi de 5,64%, atrás apenas de Vitória (7,13%) e Fortaleza (6,6%). E no acumulado de 12 meses, a alta chega a 11,39%, bem acima da inflação medida no período que deve ficar em torno de 6,64%.

Mas em sete das 16 cidades monitoradas houve queda real dos preços: Belo Horizonte (3,6%), Brasília (-1,05%), Porto Alegre (1,11%), Curitiba (-0,57%), Florianópolis (3,39%), Santo André (2,93%) e São Bernardo do Campo (3,18%) registraram índices abaixo da inflação oficial.

desaceleraçaoFonte: O Globo

Indices

DEFLAÇÃO DO IGP-M DEVE CONTINUAR

31, julho, 2014

Na contramão dos analistas do mercado ouvidos nesta última quarta-feira 30, pelo Broadcast, serviço de informações em tempo real da Agência Estado, o coordenador do Índice Geral de Preços ao Mercado (IGP-M) da Fundação Getulio Vargas (FGV), Salomão Quadros, considera pouco provável que agosto seja o último mês de registro de deflação para o indicador.

Isso porque, segundo ele, partindo de uma taxa negativa de 0,61% em julho, segundo divulgou a FGV, mesmo que o IGP-M avance um pouco não chegará a perto de zero em setembro. “Para que isso aconteça seria necessária alguma surpresa no período”, disse Quadros, ao sinalizar que essa possibilidade não está no seu radar.

Se o IGP-M estivesse no meio do caminho com uma queda em torno de 0,2%, 0,3, poderia se dizer, com mais certeza, que agosto seria o último mês de queda dos preços gerais e que em setembro o IGP-M já poderia voltar a frequentar o terreno positivo, avaliou.

Contudo, Quadros acredita que, mesmo que mais lentamente, a tendência é de o IGP-M voltar para o terreno positivo. Não tão rapidamente como acreditam os analistas do mercado, mas voltará. E dados de que isso vai se confirmar, segundo ele, já são vistos nos grandes grupos e subgrupos que compõem o indicador.

Os preços dos produtos alimentícios in natura no varejo, por exemplo, cuja queda foi reduzida de 12,73% em junho para 7,71% em julho, responderam por dois terços da aceleração de 0,33 ponto porcentual do IPA-M. Na passagem de junho para julho, o IPA-M saiu de uma queda 1,44% para recuo de 1,11%.

Tomate

O preço do tomate, por exemplo, que havia caído 28,03% em junho, recuou de 17,06% em julho, mostrando que a deflação destes produtos já não é mais tão grande. Outro exemplo citado por ele são os alimentos processados, que aceleraram 0,15 ponto porcentual ao reduzir a queda de 0,34% em junho para uma queda menor, de 0,29% neste mês. O mesmo comportamento foi visto no preço da carne bovina, que saiu de uma queda de 1,39% em junho para -1,05% em julho.

deflaçãoFonte: Infomoney

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PREÇO DOS IMÓVEIS APÓS A COPA

25, julho, 2014

A Copa acabou, porém, o mercado parece estar se recuperando. Primeiro, porque, acreditam os analistas, o sucesso do evento e a visibilidade do país podem atrair bons negócios. E, segundo, no caso do Rio, ainda temos as Olimpíadas à vista.

O coordenador do índice FipeZap,  Eduardo Zylberstajn, acredita que, a longo prazo, os imóveis acompanhem a inflação. Mas é preciso estar atento também ao mercado de trabalho. No último ano e meio, o preço dos imóveis acompanhou a renda das famílias, que subia acima da inflação. Porém, agora, quando começa a haver uma deterioração do mercado de trabalho e um ambiente econômico delicado, o que se viu no primeiro semestre foi uma desaceleração nos preços, que tende a continuar nos próximos meses, analisa Eduardo. 

Desde dezembro do ano passado, o índice FipeZap vem registrando desaceleração mês a mês no Rio. E dados de um levantamento que será lançado no fim do mês pelo Sindicato da Habitação do Rio (Secovi-Rio) mostram que imóveis das zonas Norte e Oeste tiveram valorização abaixo do índice oficial de inflação, que foi de 3,74% no período.

Na Zona Norte, a variação foi de 2,4% e na Oeste, de 2,8%. E mesmo nas regiões com variação acima da inflação, como Zona Sul (4,7%) e Centro (3,9%), percebe-se que já não há a pujança de outros tempos. Mas, isso não quer dizer que vai haver quedas drásticas nos preços, alertam analistas.

Para o vice-presidente do Secovi-Rio, Leonardo Schneider, o mercado voltará à normalidade. Tanto na demanda por imóveis como na questão do preço vão acompanhar a inflação. Segundo Leonardo, quedas, assim como aumentos, podem acontecer em alguns casos específicos, mas na média, os preços se manterão.

O presidente da Associação dos Dirigentes do Mercado Imobiliário (Ademi-RJ), João Paulo Matos, acredita numa retomada dos negócios com mais vendas e lançamentos a partir de agosto. Segundo ele, muitos construtores seguraram seus lançamentos no primeiro semestre em função do calendário apertado com muitos feriados:

— Mantenho minha projeção de crescer em torno dos 10% este ano. Os preços não subiram porque ia ter Copa e também não vão cair porque ela acabou. Acho até que podem subir, em especial nas regiões que passam por mudanças na infraestrutura em função das Olimpíadas, aqui no Rio.

pos copaFonte: O Globo 

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