RIO – MERCADO AQUECIDO EM LANÇAMENTOS DE IMÓVEIS

21, julho, 2014

As construtoras e incorporadoras do país estão colocando o pé no freio nos lançamentos para se concentrarem em vendas de estoques, mas o Rio de Janeiro, umas das principais praças imobiliárias do país, o mercado ainda tem mostrado fôlego.

Os lançamentos de novos imóveis na capital fluminense subiram 15 por cento de janeiro a maio deste ano ante o mesmo período de 2013, com as construtoras e incorporadoras se voltando para as zonas oeste, norte e centro da cidade, segundo dados da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Rio de Janeiro (Ademi-RJ).

Enquanto isso, os novos empreendimentos na cidade de São Paulo, caíram 14 por cento, segundo o sindicato paulista da habitação.

Segundo o presidente da Ademi, João Paulo Rio Tinto de Matos, de janeiro a maio, os lançamentos residenciais tiveram crescimento de 14 por cento no Rio de Janeiro, e em junho vai ser igual ou menor do que no ano passado.

A melhora na segurança e obras de infraestrutura e de mobilidade urbana visando especialmente as Olímpiadas de 2016, além de projetos de óleo e gás que atraem mais moradores para a cidade, são fatores que têm contribuído para os novos lançamentos no Rio, cujo preço do metro quadrado tem avançado menos.

Enquanto a oferta de terrenos na zona sul da cidade mingua, a zona oeste, que se estende dos bairros Barra da Tijuca ao Recreio dos Bandeirantes, é a área com mais espaços disponíveis e onde estão localizados grandes condomínios residenciais e bairros planejados.

Tanto é que os lançamentos de imóveis residenciais na região cresceram 72 por cento nos cinco primeiros meses do ano, segundo a Ademi.

Já a zona norte, que durante muitos anos ficou sem lançamentos, voltou a atrair a atenção das empresas com a chegada das Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) em favelas e o aumento da segurança na região.

mercado aquecido no rioFonte: Exame

 

Mercado Imobiliário

COMPRADORES DE IMÓVEIS NA PLANTA PERDEM DIREITOS

15, julho, 2014

 

A Câmara aprovou um projeto de lei que elimina direitos de compradores de imóveis na planta. O texto agora segue para o Senado e, se aprovado como está, legitimará de vez todas as ilegalidades cometidas pelas incorporadoras.

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Legislação

DESACELERAÇÃO NO PREÇO DOS IMÓVEIS

7, julho, 2014

 

O índice FipeZap, que calcula o valor médio do metro quadrado anunciado em 16 cidades brasileiras, registrou queda no valor real dos imóveis no primeiros seis meses deste ano. O incide ampliado ficou abaixo dos 3,68% da inflação esperados para o período.

As maiores quedas ocorreram em Curitiba, Brasília e Porto Alegre, onde houve recuo do valor nominal. Nesses locais, os proprietários diminuíram os preços pedidos pelos imóveis que colocaram à venda.

Na variação mensal de compra e venda, o Rio sofreu desaceleração, passando de 0,67%, em maio, para 0,37%, em junho — a menor variação desde março de 2008. Já nos acumulados, está acima da média nacional, registrando 5,13% (no ano) e 12,52% (em 12 meses). O mesmo comportamento de recuo é observado nos preços de aluguel.

O FipeZap só realiza este estudo nas capitais de Rio e São Paulo — onde, em junho, foi registrada a terceira desaceleração consecutiva: de 1,3% em março para 1% em abril, 0,82% em maio e 0,43% em junho. Já São Paulo passou de 0,2%, mesmo valor registrado em abril, para 0,16% no último mês. A locação também é um sinal de que o preço em geral de moradia no Rio está mais modesto, num ritmo menor que o passado recente de maior aquecimento.

Também tiveram alta acima da média nacional no acumulado do ano Recife, São Caetano do Sul, São Paulo, Florianópolis, Fortaleza, Vitória e Curitiba. Já Brasília, Porto Alegre, Belo Horizonte, São Bernardo do Campo, Niterói, Santo André, Salvador e Vila Velha foram as cidades cuja taxa foi abaixo da média nacional no acumulado do ano.

A capital fluminense continua com a metragem mais cara do país, com uma média de R$ 10.648 o metro quadrado. A média nacional é de R$ 7.531, sendo que as demais cidades variam entre R$ 7.403, em Niterói, e R$ 3.934, em Vila Velha, o valor anunciado do metro quadrado. No Rio, Leblon, Ipanema e Lagoa são os locais com a metragem mais caras do município, de R$ 22.483, R$ 20.263 e R$ 17.579, respectivamente.

desaceleração

Indices

REAJUSTE DOS CONTRATOS DE ALUGUEL EM JUNHO

1, julho, 2014

Ficou em 6,24% o reajuste dos contratos de aluguel corrigidos pelo Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M), com vencimento em junho. Essa é a taxa acumulada pelo indicador entre julho de 2013 e junho de 2014. Porém, a taxa ainda está abaixo do valor usado em maio: 7,84%.

O índice é formado por três indicadores: Índice Nacional do Custo da Construção do Mercado (INCC-M), que vale 10% da taxa geral e que registrou 1,25% no mês de junho devido à mão de obra, que ficou 2,05% mais cara no mês. Já materiais, equipamentos e serviços subiram apenas 0,37%; Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA-M) – responsável por 60% de sua formação e apresentou queda de 1,44% em junho; Índice Preços ao Consumidor (IPC-M), que vale 30% e teve alta de 0,34%. Ainda dentro do indicador da construção, materiais e equipamentos ficaram 0,38% mais caros em junho e os serviços, 0,34%. Já a mão de obra teve seu aumento puxado por reajustes salariais ocorridos em São Paulo e Brasília.reajuste-de-aluguel

Indices

FORA DO MERCADO

25, junho, 2014

As lâmpadas incandescentes, aos poucos, vão sumindo das prateleiras.

De acordo com uma decisão do governo federal: segundo a Portaria Interministerial 1.007, assinada em 2010, as lâmpadas incandescentes serão substituídas por fluorescentes ou led, em todo o país.

Os principais motivos para essa troca são: economia de energia (em média, a fluorescente gasta quatro vezes menos energia que a incandescente), durabilidade (a fluorescente dura cerca de oito vezes mais que as incandescentes) e preservação do planeta (como consomem menos energia, as lâmpadas fluorescentes evitam lançar toneladas de dióxido de carbono na atmosfera).

Já não se podia mais fabricar ou importar as lâmpadas incandescentes de 150 e 100watts, agora chegou a vez da de 60 watts, que ficará proibida a partir de 30 de junho.

A interrupção da fabricação segue até junho de 2016, atingindo as lâmpadas incandescentes mais fraquinhas, de até 25W. Para todos os casos, a venda das lâmpadas ainda é permitida por um ano depois da proibição de ser fabricada.

lâmpada

Iluminação